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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Q&A | Tour na Europa | Tom responde ao KM e fãs

Como tem acontecido ao longo desta tour, os membros da banda têm respondido às perguntas do KM.
Depois do Tim e do Richard, agora Tom fala um pouco da sua perspectiva da tour, falando de pizza e de sátiras políticas. E ainda tem tempo de responder às perguntas de alguns fãs - feitas pelo twitter.

Lê o original aqui.


P: Olá Tom, como estás?
R: Finalmente estou recuperado da fadiga do meio da tour (espero que não tenha passado para a primeira fila em Barcelona). No outro dia, decidi correr a meia-maratona numa plataforma de corrida depois de uma “gulosa patuscada de pizza”, por isso estou surpreendido de ainda estar de pé. Com isso em mente, estou a sentir-me muito bem.

P: Como é que os concertos Europeus têm corrido?
R: Eu gostei particularmente dos dois concertos em Portugal. O concerto no Porto foi um dos melhores locais que já tocamos – parecia que todo o público estava numa performance intimista e parece-me que soou muito bem. Melhor ainda, os fãs de Keane no Porto deram tudo o que tinha num domingo à noite – não podes pedir mais que isso!

P: Conseguiste ter algum tempo para ver alguma das cidades? Têm visitado alguns sítios novos.
R: Liubliana foi um daqueles pequenos e especiais momentos que vêm com uma lua azul. Que local bonito! Tão romântico – a neve a cair, lenha a arder e pequenas ruas exóticas feitas para um brilhante serão. Sentei-me no rio e comi castanhas assadas na manhã do concerto … Apaixonei-me absolutamente pelo sítio. Obrigada por nos terem recebido Eslovénia!


P: O que tens visto/ouvido nesta tour?
R: “The Thick Of It” que é uma sátira política. É realmente hilariante, apesar de não ser para os medrosos. Se alguma vez precisares de alguma humilhação, há suficientes num episódio para durar a vida inteira.

P: Devem ter ficado muito felizes de ter recebido o Q Award, a semana passada não? Como foi o dia/cerimónia?
R: Nós estavamos cansados mas foi muito divertido. Foi magnífico fazer parte de algo de onde alguns dos nossos heróis apareceram. Particularmente, foi bom ver os Blur receberem algo por toda a sua magnífica música – penso eu, de todas as bandas da minha geração, eles têm feito, constantemente, a melhor música. Foi maravilhoso o Disconnected ter ganho – apesar de ser muito bem merecido – penso que temos algum crédito ao dar alguma inspiração criativa através da própria canção mas na verdade os aplausos vão para o JA e Sergio por toda sua obra de amor. Muito bem e muito obrigado, de novo, rapazes!

P: A tour do Reino Unido está à porta. Do que estás mais ansioso nesta “nova rodada” de concertos?
R: No outro dia, fizemos um grande esboço fora do palco em Zurique e estou certamente ansioso sobre com o que vai acontecer. Deverá haver alguns problemas logísticos para resolver quando chegarem os ensaios e fazer o alinhamento mas nós prometemos que serão grandes concertos.

Nós pedimos aos fãs dos Keane para nos enviarem algumas perguntas para ti, no twitter…



P: O que sentes mais falta, em Inglaterra, quando estás em tour? @elmaryee
R: A minha vida em casa fica 'estagnada' quando estou na estrada … Eu tento não pensar muito nisso ou sinto-me muito triste. Eu fico ansioso em ver toda as pessoas, de novo, e de estar em apenas um sítio.
Ainda assim, é a vida que eu escolhi e por isso já me habituei e não me vou queixar.

P: Qual foi o maior elogio que receberam de uma celebridade que fosse vossa fã e como é que reagiram a isso? @alizalalalandia
R: A Lily Allen tem sido inabalavelmente positiva relativamente ao que fazemos, o que é muito querido da parte dela. É um pouco raro para os músicos serem tão abertos relativamente ao que gostam, por ser um mundo um pouco cínico.



P: Qual é a tua música favorita de Strangeland e porquê? @francescadani
R: In Your Own Time faz-me chorar – é uma música muito sensível que me dá um puxão quando estou em baixo.

P: O que fazes para manter o som da tua voz tão bom apesar da quantidade de concertos? @keaneph
R: Sou um sortudo. Tenho tentado cantar um pouco mais baixo nos concertos mais recentes porque estou ciente que me posso “queimar” em pouco tempo. Na verdade, eu prefiro a forma como está a soar agora, daí a necessidade ter sido a mãe da invenção, de novo!

P: Quais tem sido os melhores momentos desta tour, para ti, até agora? @losts0ulforever
R: Na outra noite, estava a cantar Bedshaped (em Liubliana) e cantei algumas notas que estavam absolutamente em sintonia – e quando acontece, a voz parece que faz ressonância de uma forma muito particular – é quase de outro mundo. Eu não consigo explicar! Não digo que não cante no tom na maior parte das vezes mas há o bom e há o local mágico algures acima disso, que de vez em quando, pareço encontrar!

P: Tom, qual é o teu tipo de pizza preferido? @fykeane
R: Caprese.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Q&A | J A Bayona e Sergio G Sanchez | Diretores de Disconnected

Na semana em que o mais recente single - Disconnected - foi lançado, o site oficial dos Keane falou com os dois talentosos diretores - J.A. Bayona e Sergio G Sanchez, onde se descobriu mais sobre toda a produção, expectativas e construção do irreverente vídeo.

Podes ler o original das perguntas neste link.


P: Olá rapazes. Como é que se envolveram com o video Disconnected?
R: Através da nossa amiga Alexandra Rossi, que conhece o Adam, o manager da banda. Ela apresentou-nos depois de um concerto da tour Perfect Symmetry. E quando o novo disco saiu eles pensaram em nós para fazer um vídeo. O dia em que o telefone tocou pareceu como uma manhã de Natal.

P: Já eram fãs dos Keane?
R: Fãs leais. Sim. Definitivamente.

P: Qual foi o conceito/ideia original para o video?
R: A letra estava cheia de imagens que sugeriam uma história de terror. "Something's crept in under our door... Silence soaking through the floor... You're boarding up the window now" Pensamos que seria interessante seguir essa linha e desenvolver uma história de terror que iria funcionar como contraste ao tom melódico da canção.

P: Quão próximo tentaram ligar a história à letra da canção?
R: Apenas como uma base para que o público pudesse reconhecer. A ideia era criar a história que pudesse ser interpretada de diversas maneiras. Não uma narrativa fechada mas algo ambíguo. Os fãs vão ver o vídeo continuamente apenas para ouvir a música, por isso pensámos que seria interessante que a cada visualização pudesse ser interpretada de maneira diferente. Quando duas pessoas se "desligam", quem é que persegue quem?

P: Como é que encontraram o local para o vídeo?
R: A casa é Capellades, a cerca de uma hora de Barcelona. E ali não há fantasmas. Na verdade, as pessoas que lá vivem são muito ativas e não podiam ser mais simpáticas. Foi o Jorge Llama, o produtor executivo para a companhia de produção Canada, que encontrou. Eles filmaram outro vídeo lá, o Invisible Light para os Scissor Sisters. Nós fomos lá investigar e nos apaixonamos imediatamente. Era perfeito e pensamos que conseguiriamos fazer com que parecesse totalmente diferente. A Maria, a dona foi muito acessível e deixou-nos fazer tudo o que quisessemos, mesmo inundar a casa-de-banho, o que fez com que o chão quase caísse... Foi um momento tenso!

P: As filmagens correram bem?
R: Um espectáculo! Todas as pessoas envolvidas deram o seu melhor e tivemos momentos muito divertidos de filmagens. Era quase como um grupo de miúdos a brincar e a aproveitar tudo imensamente.

P: O que acharam das capacidades de representação do Tom?
R: Ele foi muito simpático! Ele deixou muito claro que ele não era um ator e que não gostava muito de "representar" nos seus vídeos de música, mas ele fê-lo na mesma. A atmosfera não podia ser mais relaxada e ele rapidamente ficou à vontade com os pequenos desafios que lhe davamos. E nós abusamos um bocadinho dele. Especialmente quando estavamos a filmar as folhas no ar, elas estavam constantemente a bater-lhe nos olhos dele e até engoliu algumas. Pobre rapaz! Foi muito engraçado quando o Bayona lhe pediu para ele fazer uma cara à Norman Bates para o fim da filmagem. Ele é um querido, um rapaz muito prestável. Mas ele foi capaz de mostrar um pouco do seu lado negro, mesmo sem os olhos vermelhos!

P: Ficaram contentes com o resultado do filme?
R: Nós adoramos e adoramos fazê-lo juntos e conhecer a banda. É uma memória que iremos preservar para sempre.

P: Têm estado a par nas respostas dos fãs no Youtube, etc?
R: Sim, alguns pensam que a abordagem a um filme de terror foi uma escolha estranha mas a resposta tem sido positiva. E nós ficamos encantados. Esperamos que possamos fazer um outro video com eles um dia.

P: Presumidamente estão felizes com a nomeação do Q Award para Melhor Vídeo, não?
R: Podes crer! Para nós fazer o vídeo já parecia um prémio mas a nomeação foi fantástica. É óptimo sentires que o teu trabalho é apreciado por outros fãs dos Keane.

P: Finalmente, qual é o vosso próximo trabalho?
R: "The Impossible" que o Juan Antonio (Bayona) realizou e o Sergio (G Sanchez) escreveu, vai estar nos cinemas em breve. Agora estamos a promover o filme. Depois disso o Bayona vai estar a fazer o seu novo filme e o Sergio a realizar um filme seu também, mas esperemos que existam outras oportunidades de trabalharem juntos em breve.


Making of do vídeo Disconnected dos Keane.

Produção: Canada
Director: Sergio G Sanchez / J A Bayona
Câmara (do Making of): Cenzo A de Haro
Edição/Publicação: Pablo de Felippo

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Vídeos | MSN | The Something Sessions




No mês passado, os Keane foram convidados pelo MSN  para um acústico, muito curioso.

O acústico inclui as 4 canções, entre elas dois covers, The Downtown lights da banda The Blue Nile, que Tom confessa ser uma das bandas preferidas dele de todos os tempos e um cover da música The River de Bruce Springsteen. Também deram uma entrevista onde falam um bocado sobre essas canções e sobre como é estar em tour.

Como foi feita a escolha das músicas? Bem, a ideia surgiu a propósito da antiga tradição das noivas, onde elas devem usar no dia do seu casamento algo antigo, algo novo, algo emprestado e algo azul. O resultado foi esse:

Algo antigo - "Somewhere Only We Know" (Something Old)
Algo Novo - "Disconnected" (Something New)
Algo Emprestado - "The River" - Bruce Springsteen (Something Borrowed)
Algo Azul - "The Downtown Lights" - The Blue Nile (Something Blue)



Curiosos? Assistam aos vídeos abaixo!


Entrevista:




Acústicos:
 











sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Q&A | Tour na Ásia | Banda responde perguntas dos fãs

Como celebração da tour asiática, a banda pediu no Facebook aos fãs de países como China, Coreia, Japão, Indonésia, Singapura, Filipinas e Tailândia para enviarem todo o tipo de perguntas, que foram posteriormente respondidas e publicadas na página oficial do Facebook dos Keane.

Agora, o KM.com faz uma compilação de todas as perguntas respondidas que poderás ver traduzidas abaixo.



TOM

P. Há alguma música dos Keane que o Jesse ainda não consiga tocar? - Patt Path
R. Penso que a pergunta seria "Há alguma música dos Keane que o Jesse consiga tocar?"

P. A minha pergunta é "Irão tocar músicas dos vossos álbuns anteriores também ou o vosso concerto irá focar-se mais no Strangeland?" - Nur Alia
R. Nós vamos tocar músicas de todos os álbums mas há músicas tão boas no Strangeland que é uma pena não tocar o máximo delas possível.

P. Qual foi o melhor momento que tiveram juntos? - Luvena Natashia Susanto
R. Cantar num karaoke, num bar na Austrália. O Tim cantou 99 problems Jay-Z.

P. Qual é a música dos Keane que significa mais para ti? - Jo-Anne Chang
R. Eu adoro a In Your Own Time, neste novo álbum. Também gosto muito da Everybody's Changing e My Shadow. A Bedshaped é muito boa. Todas elas, na verdade.


TIM

P. Tim, não pensas em compôr músicas para filmes? A música é muito importante num filme, e se eu conseguisse ver um filme com a tua música, seria fantástico!! - Miho Habuka
R. É uma óptima pergunta. Já me convidaram para fazer algumas coisas. O problema é que ocupa realmente muito tempo e eu mal tenho tempo para escrever músicas para os Keane quando estamos em tour! E penso que é uma área muito específica e eu preciso aprender mais sobre ela. Mas, as vezes, tenho algumas ideias para peças instrumentais e já gravei uma ou duas delas - penso que soaram bem. Por isso espero fazer alguma coisa um dia.

P. Qual é a tua comida asiática preferida? - Bert Manalo
R. Bom, eu não sou um especialista mas devo dizer que adoro comer sashimi quando estamos no Japão. Parece-me tão puro. Lembro-me da primeira vez que estivemos em Tóquio e a nossa editora nos levou a um restaurante chique e o empregado aparece com um peixe que ainda estava a mexer-se! Um pouco alarmante, mas nada é mais fresco que isso...!

P. Para o Tim, o que pensas de vacas? - Patt Path
R. Eu adoro vacas. Quando era pequeno, tive uma fotografia em polaroid de uma vaca na parede do meu quarto durante muitos anos. Penso que ela estava a tentar lamber a câmera! Adoro ir às quintas locais onde costumam ordenhar as vacas, e há um rebanho de bovinos que costuma ir pastar no rio perto de minha casa. São animais muito gentis, e penso que o seus sistemas digestivos são uma das maravilhas do mundo natural.

P. Porque é que a maioria das tuas canções estão relacionadas com melancolias e lutas? Mesmo as mais ritmadas são de alguma maneira tristes e trágicas. Não me interpretes mal. Eu adoro as tuas músicas e mal posso esperar por as ouvir ao vivo! - Bee Bucao
R. É difícil de explicar. Até podes comentar que sou uma pessoa melancólica! Mas provavelmente não será assim tão simples. Tenho tendência a gostar das músicas tristes, e por isso devo ter crescido a pensar que as boas músicas pop são assim. Lembro-me do Thom Yorke dizer que a nossa geração fazia parte da "cultura do queixume", o que penso ser uma verdade geral. Eu suspeito que tenha algo haver com o facto de no Reino Unido nós não termos sido manchados pelas guerras mundiais e grandes sofrimentos nos últimos 60 anos - por isso não há uma necessidade genuína de elevar os ânimos e distrair as pessoas do dia-a-dia de miséria e medo como aconteceu com as pessoas da primeira metado do séc. XX e naturalmente com as pessoas que lidaram com a Segunda Guerra Mundial. É uma teoria, ainda assim...! Num nível pessoal, eu apenas acho que essas canções são mais interessantes. Penso que a tristeza tende a ser mais complexa que a felicidade.
 

RICHARD

P. O que mais te impressionou na tua última visita à Tailândia? - Toffee Nopnida
R. Nós visitámos o enorme Templo que me surpreendeu muito.

P. Olá rapazes! Então, esta é a vossa primeira vez em concerto nas Filipinas. O que esperam do público e do restante? - Angelica Mae Felipe
R. Vai ser muito divertido estar aí! Tenho a certeza que o público irá ser incrível e irá cantar connosco tanto como nos outros sítios, mas não sei o que esperar - essa é a parte divertida de andar em tour.

P. Porque demoraram tanto tempo? - Nils Karczewski
R. Boa pergunta, e uma que há muito quero responder. Peço desculpa, mas estou encantado por irmos visitar tantos locais novos. Sei que há mais para visitar, também - na verdade é um grande planeta, com muitas cidades... E ainda há muito para vir, mas é isso que adoro nas tours.

P. Como preservas a vontade e paixão por aquilo que amas fazer? - Patrizia Marcelo
R. É divertido! Posso viajar pelo mundo com um grupo de amigos, depois ir para casa e fazer música - não é preciso muito para perceber que sou uma das pessoas mais sortudas que existe.

P. Que imagem tens em mente sobre a Coreia do Sul? - Ah Reum Kim
R. Lembro-me de estar em Seul da última vez que aí estivemos, de estar muito calor e o público continuava a nos dar imensa energia - isso ficou na minha cabeça. Lembro-me de pessoas com toalhas na cabeça para ajudar a refrescar entre as bandas e até houve alguém com um capacete de uma mota. Foi um concerto fantástico e  mal posso esperar por voltar e tocar um concerto com o alinhamento completo. Também fui ao lindo templo e ao jardim, onde tirei algumas fotografias - penso que as coloquei no photoblog. Espero ter mais desta vez.

 
JESSE

P. Qual é a melhor canção para tocar dos Keane? - Hyunjoo Park Hi
R. Is It Any Wonder? ou Sovereigh Light Café.

P. Os Mt. Desolation voltarão a lançar outro álbum? Eles têm outros projectos fora da banda? - Chrissy Priya Chandran
R. Quem sabe um dia mas penso que agora estamos todos ansiosos pelo próximo álbum dos Keane.

P. Que música(s) ouviste esta semana? - Puranut Wisutjindaporn
R. Window (Mirror) Shadow de Adrian Orange & Her Band e Kyrie from Missa Luba de Les Troubadours Du Roi Baudouin.

P. Se te dessem a oportunidade de colaborar com um artista asiático, quem escolherias? *pista: alguém das Filipinas talvez?* - Charmie Saligumba
R. Alguém que não fosse famoso e que tocasse um instrumento que não conheçamos em Inglaterra!

P. Quais são os três pontos mais interessantes na vossa lista de pedidos, na visita à Ásia? - Tara Kostecki
R. A nossa lista é embaraçosamente chata e previsível receio eu! Cerveja local, água e alguma fruta que raramente é comida!

Lê todo o texto original aqui.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Votação | Best Vídeo | Q Awards 2012


Primeiro queriamos agradecer a todos os fãs que ajudaram a colocar os Keane na competição para melhores do ano de 2012 pela Q Awards, um dos maiores prémios do mundo da música, atualmente. Mas, infelizmente, só isso não basta, agora é a hora de VOTAR!!

Foi anunciada hoje a lista de todos os selecionados para os melhores de 2012, os Keane conseguiram lugar na categoria de melhor vídeo e com a nossa ajuda eles poderão ganhar esse prémio. Para isso basta entrar no link (http://www.qthemusic.com/qawards2012/) e votar em DISCONNECTED para BEST VIDEO, não é necessário fazer registo, basta apenas indicar o email e já está. A votação termina em Outubro e os vencedores serão anunciados no dia 22/10 numa cerimónia em Londres.

Bora lá malta! Toca a votar, pode-se votar quantas vezes quiser! 



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Entrevista | Jesse Quin | Tour na América Latina

A banda anda em tour há já uns meses e chegou a altura de (re-) visitar alguns países como o Paraguai, Brasil ou México.

Num breve "update" sobre os recentes concertos e visitas, o Jesse Quin fala com o KM.com e conta-nos os altos e baixos de uma tour e também recordações de cada país.

Lê as perguntas traduzidas abaixo ou no clical aqui no link para ler a original.


P. Olá Jesse, como estás?
R. Muito bem, obrigado.

P. Onde estás neste momento e o que estavas a fazer antes de responder a estas perguntas?
R. Estou no meu quarto de hotel em Monterrey a gravar alguns sons de guitarra para umas canções em que estou a trabalhar e a brincar com o baixo para uma parte de uma nova demo dos Keane.

P. Como tem corrido a viagem Latino-Americana até agora?
R. Ótimo! É sempre bom sentirmo-nos amados, não é? A dieta de hamburguers e cerveja é que não é muito boa.

P. Aterraram na Argentina, conseguiste ver alguma coisa, ou apenas ficaram no aeroporto?
R. Infelizmente apenas estivemos lá por uma hora e estivemos a conviver num café do aeroporto - o que é uma pena porque Buenos Aires é um dos meus locais favoritos.

P. A paragem seguinte foi o Paraguai para o vosso primeiro concerto em Asunción. Conseguiste ver a cidade?
R. Vi o Hotel Sheraton e o bar que havia ao lado! Tinha uma vista boa para a cidade da minha janela. Adoro todas aquelas árvores roxas. Como é que se chamam?!

P. Há alguma coisa particular que tentas fazer quando visitas um país que não conheces?
R. Bom, eu não sou um bom turista por isso eu nunca vou ver as vistas ou assim. Se estivermos num bairro simpático eu gosto de dar uma volta e absorver a atmosfera. Quando não tens muito tempo, muitas cidades parecem estranhas e impenetráveis e faz com que te sintas longe de casa e torna-se mais fácil ficar apenas no nosso hotel.

P. E como foi o concerto no Paraguai?
R. Asunción foi incrível porque ninguém compra bilhetes até ao último minuto e apenas vendemos algumas centenas de bilhetes poucas semanas antes do concerto e tivemos receio de irmos a um sítio onde ninguém gostava de nós. Acabou por ser exactamente o contrário. Penso que tocamos especialmente bem o que ajudou.
 
 
P. Depois foram para o Brasil para fazer concertos com os Maroon 5. Devem conhecer bem o Rio e São Paulo por esta altura, não?
R. Eu não conheço bem nenhuma das cidades mas das duas vezes que fomos ao Rio, fomos à praia o que é glorioso. Quando era criança lembro-me de sonhar em fazer tours no Reino Unido, Estados Unidos da América e Europa - nunca iria imaginar que acabaria por tocar em locais  como o Rio ou São Paulo!

P. O que mais gostas no Brasil?
R. Adoro as colinas e a natureza no Rio. As colinas, a praia, as árvores, os pássaros e coisas. Os primeiros colonos devem ter ficado muito orgulhosos deles próprios!

P. Como foram os dois concertos no Brasil?
R. Ambos os concertos com os Maroon 5 foram óptimos e é um desafio entusiasmante tentar conquistar pessoas que não conhecem a nossa música ou não gostam dela. Ainda assim, penso que estavam muitos fãs dos Keane a apoiar-nos. Penso que tocamos muito bem em São Paulo mas não tão bem no Rio. O Rio foi mais difícil porque não só tinhamos menos espaço no palco mas também uma enorme audiência por isso pareceu mais difícil saber se conseguimos criar uma ligação com eles.
 
P. E agora têm dois concertos no México. Estás ansioso por eles?
R. Sem dúvida! A única coisa que me preocupa são os concertos. O resto não importa.

P. Deve ser um sentimento incrível viajar para a outra parte do mundo e ver pessoas que se ligam à vossa música, não?
R. É surreal. É engraçado quando estás a gravar e pensas na quantidade de pessoas que o vai ouvir em locais dos quais NUNCA ouviste falar! Penso que as pessoas vão sempre gostar de uma boa canção, não importa de onde venha.

P. Finalmente, já compraste alguma recordação para levar para casa?
R. Temos recebido imensos presentes o que é muito simpático. Alguém me ofereceu uns fantoches de dedo que vou dar à minha filha. Outra pessoa deu-me um pequeno pote com alguns pássaros lá dentro e confetes brilhantes à volta e eu realmente gostei. Obrigado!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Vídeo | Making of | Disconnected

Foi disponibilizado no site oficial da banda um pequeno vídeo, com cenas por trás das câmeras, da gravação do vídeo Disconnected.

Assista no vídeo abaixo!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Música a música | Sea Fog #12

A última música do alinhamento oficial é Sea Fog - uma das preferidas do talentoso compositor, um recente sucesso ao vivo e inspirada no nome do estúdio do Tim, onde a banda gravou Strangeland.



12 - Sea Fog

Esta é provavelmente a minha música favorita do álbum. Também a escrevi de forma rápida – inspirei-me nos nevoeiros que atingem o Canal da Mancha, no vale onde eu moro. Mesmo nos dias mais ensolarados, olhas pela janela e de repente não consegues ver nada para além de um muro branco. É assustador.

É uma música bastante lenta, mas eu gosto do facto do álbum não acabar com uma mensagem bonita e positiva de “Tudo vai correr bem”. A vida não é uma linha reta, é imprevisível e incerta e com sombras de cinzento, não sendo apenas a preto e branco. Gravamos uma versão desta música que tinha uma parte no meio com bateria, baixos, trompas e cordas. Mas no final achamos que havia uma magia na simplicidade da demo original, portanto gravamos tudo de novo com um arranjo mais simples. Para mim é muito emocionante tocá-la e diria que tem sido o ponto alto dos últimos concertos para mim. O sentimento insistente de “Há algum sítio que esteja destinado a estar?” é um sentimento que afeta muitas pessoas quando se tornam mais velhas, e o sentimento de que a vida te leva faz parte de ser humano penso eu.

Tim

terça-feira, 22 de maio de 2012

Música a música | In Your Own Time #11

Quase a chegar ao fim do alinhamento, In Your Own Time é a décima primeira música presente no alinhamento de Strangeland.
Outra música que apareceu de uma forma muito peculiar. Descobre a sua história abaixo.



11 - In Your Own Time

Esta é mais uma canção que veio do jogo “20 Songs Game” – escrevi-a no mesmo dia de Silenced By The Night, Black Rain e Run With Me (e, para os fãs de Mt. Desolation – Dividing Line, Your Kind Of Life e Wherever You Were Going). Lembro-me de terminá-la em Toronto, num dia de folga, e de gravar a demo em Nova Iorque – outro "momento-metido-debaixo-do-edredon"! O Tom sempre foi fã desta música e sempre apostou nela. Geralmente é assim que funciona – temos  imensas canções com as quais todos concordam, mas depois cada membro da banda tem aquela música em que apostam mais, pois eles ouvem algo que mais ninguém descobriu ainda. Com o Richard foi The Starting Line. Continuando, penso que o conteúdo emocional desta música representa bem o álbum inteiro – cuja história é basicamente “Eu apercebi-me que não faço ideia do que se passa na vida, por isso não vou julgar ninguém!” Sinto que tem uma atmosfera de compaixão e bondade. O middle 8 é uma das minhas partes favoritas do álbum. Com a palavra “time” no fim do middle 8 são capazes de ouvir-nos aos quatro a cantar “Aaaaah” de forma muito típica nas Óperas. Como um coro de anjos a cair de um poço de elevador.

- Tim

Nota: middle 8 refere-se à parte da música em que a melodia muda de forma significativa relativamente ao resto da música.

Lê o original aqui.

sábado, 19 de maio de 2012

Review | Keane no TMN Ao Vivo - 16 de Maio

Na passada quarta-feira, dia 16 de Maio, estava marcado o regresso dos Keane a Portugal para um pequeno e exclusivo showcase, na ainda recente sala TMN Ao Vivo, para apresentar o novo disco - Strangeland.

Marcado para as 21h30, a banda manteve a pontualidade britânica e entrou segundos depois.
Com os fãs tão próximos do palco, foi, sem dúvidas uma apresentação muito intíma e numa versão mais acústica.

A 'pequena' setlist esteve recheada de êxitos como o já clássico This Is The Last Time, que numa versão mais calma Tom Chaplin  e Tim Rice-Oxley, contaram com a ajuda do público num efusivo entusiasmo provando mais uma vez porque somos tão adorados pelos Keane.

 
Jesse Quin, Tom Chaplin e Richard Hughes

Tim Rice-Oxley

Depois de um óptimo começo com a ajuda do público presente, cheios de energia e como viria o Tom a dizer "cheios de espírito latino" - Richard Hughes e Jesse Quin, juntaram-se à metade da banda presente em palco.

O pequeno mas muito composto público provou saber todas as letras - desde as mais antigas às mais recentes como a fantástica Disconnected.

Com o público a cantar sob o olhar atento e orgulhoso da banda, foram diversas as vezes que o Tom Chaplin virava o microfone para os fãs e sorria. O brilho intensificou-se quando a banda começou a tocar os primeiros acordes de Everybody's Changing.

Apesar dos cinquenta minutos de concerto e de uma setlist bem pequena, foi um showcase emocionante, com uma energia incrível, uma performance ao mais alto nível. Interagindo muito com o público com direito a pequenas piadas sobre os concertos que tinham dado anteriormente, onde o vocalista disse "têm sido sempre muito calmos, sossegados e respeitosos. Mas aqui, como sempre, é tudo diferente".

Motivado pelo livro oferecido pelo clube de fãs da banda em Portugal, houve direito a uma tentativa, digamos que muito bem conseguida, por parte do vocalista em tentar falar português, lendo as frases propostas nesse mesmo livro - incluindo a longa mas muito característica "Deixem os vossos problemas lá fora e cantem com a alma".


Revelando ser uma das favoritas do Tom, Sovereigh Light Café que possui uma letra muito pessoal, que fala sobre a amizade de longa data que une os membros da banda e todas as suas esperanças no futuro, enquanto jovens.
Apesar de fazer parte do recente Strangeland,  o público surpreendeu mais uma vez ao cantar toda a letra.

Houve tempo de recordar o primeiro single do segundo álbum Under The Iron Sea - a fantástica Is It Any Wonder? onde a banda mostrou mais uma vez que consegue surpreender sempre, seja em que contexto for.

Interagindo com o público, Tom pergunta aos fãs quais as suas músicas preferidas do novo Strangeland. Entre muitas respostas, o animado vocalista gracejou, ao ouvir alguém gritar o nome que esperava ouvir, para introduzir como sua preferida também e anunciou que iriam cantar a belíssima The Starting Line.


De regresso ao primeiro álbum, Hopes And Fears, surpreenderam ao tocar uma versão diferente mas igualmente fantástica de Bend And Break. O primeiro single do álbum lançado no início do mês também fez parte do alinhamento, Silenced By The Night foi cantado sem falhas - comprovando a eficácia do público português ali reunido.

Foi uma surpresa quando o simpático e acessível Richard Hughes pegou em sua máquina fotográfica, deixou o palco e se juntou ao público, decidindo assim, enquanto não era solictado pela banda, tirar fotografias aos seus colegas enquanto tocavam a balada Sea Fog, mais uma pérola do reportório dos Keane. Antes de inciar a canção, Tom tristemente explicou que Tim Rice-Oxley não estava num dos melhores dias, estava doente com gripe e não ia conseguir acompanha-lo, foi substituido por Jesse, as vezes que a música pedia.

Com Richard a regressar ao palco, a banda concluiu o fantástico showcase com Bedshaped, com o público cantando mais uma vez em alto e bom som toda a letra, da ja habitual canção que encerra os concertos.

Em retrospectiva foi mais uma noite incrível, cheia de calor, amor e carinho do público português pela banda e vice-versa, houve lugar para tudo - incluindo uma promessa de regresso - pela terceira vez em 2012, para um concerto em Outubro. Já é sabido e confirmado que eles estarão cá no próximo dia 16 de Julho no Cascais Music Festival. Esperemos que passe depressa, já estamos ansiosos para reviver tudo isso novamente!

Alinhamento:

This Is The Last Time
Disconnected
Everybody's Changing
Sovereigh Light Café
Is It Any Wonder?
The Starting Line
Bend And Break
Silenced By The Night
Sea Fog
Bedshaped


Um fã disponibilizou o concerto - que foi passado no facebook da TMN e na Rádio Comercial - para download do audio e do video.

Outras reviews do concerto por Blitz e Palco Principal.


Texto, fotografias e vídeos por: KeanePortugal

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Música a música | Day Will Come #10

Quem diria que a música Day Will Come no meio de tantas que foram escritas de maneira tão rápida, tivesse levado tanto tempo a ser concluída?



10 – Day Will Come

Esta é uma canção pop muito simples, mas que me levou anos a acabar. Recordo-me que comecei a escrevê-la em 2005. O tema é muito parecido a Silenced By The Night, e é uma canção optimista que nos ajuda a levantar os ânimos. Adoro a frase “sometimes our fingers graze the sky but we can’t hold on”. O tema de perseguir um sonho ao longo da vida, tentar navegar por caminhos estranhos por onde os sonhos nos levam, é o argumento base do álbum, e penso que essa linha resume isso muito bem.

- Tim

Lê o original aqui

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Música a música | Neon River #9

A bela Neon River é a seguinte do alinhamento de Strageland a merecer uma breve explicação.
 
 


9 - Neon River

Quando estava a mudar de casa para Sussex há uns anos atrás, tínhamos um grande contentor de metal no nosso jardim com todo o meu equipamento de música lá. Um dia estava a abrir umas caixas e tive uma ideia para uma música, assim tive de me meter no escuro e frio contentor para encontrar o meu piano que estava enterrado por caixas e mantas, e tentei esboçar a minha ideia. Gosto do verso que fala das paredes do salão de bowling. Quando lutávamos para ser uma banda em 2002-2003 nós encontrávamo-nos todos os dias para ensaiar músicas e quando ficávamos fartos íamos a um salão de bowling fora de Bexhill. Tornamo-nos bastante bons. Tínhamos nomes de bowling uns para os outros. Penso que o meu era Terry.
Quando eu era adolescente saí com uma rapariga que parecia ter muita confiança e que tinha todos estes planos e sonhos sobre ver o mundo e fazer imensas coisas fantásticas. No fundo sempre tive muito medo de ir para qualquer sítio ou fazer qualquer coisa, uma fonte de vergonha para mim. Por isso sempre me senti colocado de parte. Penso que ainda me sinto perseguido por este sentimento hoje em dia. Mas sempre gostei de ir ao rio Tamisa, e ver as luzes da cidade de Londres e todo o South Bank reflectido na água.

- Tim

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sábado, 12 de maio de 2012

Música a música | Black Rain #8

A próxima a merecer uma explicação é a maravilhosa Black Rain.
Um tema forte da qual a banda tem muito orgulho. Mais uma canção incrível do reportório dos Keane, presente no mais recente disco Strangeland.




8 – Black Rain

Esta é uma música muito impressionista, que foi escrita de uma forma muito rápida e cria uma imagem do incrível filme de animação Waltz With Bashir. Todos os nossos álbuns têm uma música que fala sobre a guerra, e no Strangeland esta é a canção. Eu sinto que o tom da música, assim como no filme, é mais sobre o tentar compreender, e ver as coisas de um ponto de vista mais humano – que é manter a atmosfera de todo o álbum. É uma das peças do álbum que mais nos orgulhamos.

- Tim

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Música a música | The Starting Line #7

The Starting Line foi uma música escrita em Boston.
Após músicas como Disconnected, Sovereigh Light Café, You Are Young ou Silenced By The Night, a sétima música do alinhamento de Strangeland - The Starting Line - é a seguinte a merecer uma breve explicação.

Que história nos contará o Tim?



7 - The Starting Line

Eu compus esta música na parte de trás do autocarro num dia de calor sufocante no Verão de 2012 em Boston. Foi logo depois do concerto, e eu fui o primeiro a chegar ao autocarro por isso abri uma lata de cerveja gelada e peguei numa guitarra e o tema saiu sozinho. Esta é a minha ideia de paraíso. Uns dias depois estávamos em Lincoln, no Nebraska e todos já tinham ido para o hotel descansar. O autocarro da tour estava estacionado ao ar livre durante o dia portanto pensei em ir para lá e gravar o piano e vozes para a demo sem chatear ninguém. Estava entusiasmado a cantar quando de repente sinto que o autocarro tinha arrancado e antes de poder reagir estava fora da cidade – acabei por fazer a maior parte da demo num Walgreens (uma farmácia) sabe-se lá onde. Ainda hoje não tenho a certeza se o motorista se deu pela minha presença.

Eu gosto da ideia de, às vezes, ter de fazer um esforço quase físico para voltar ao caminho correto, se ficares mais em baixo ou se as coisas não te correm bem. É uma música muito compreensiva, penso que é uma boa conceção da compreensão humana que é uma parte que une o álbum.

- Tim

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Música a música | On The Road #6

Com o mesmo espírito de Watch How You Go e In Your Own Time, a música On The Road foi inicialmente uma música country.

Descobre mais sobre a música.

6 – On The Road


Esta foi a última música a ser escrita para o álbum. Começou por ser muito country mas gradualmente tornou-se mais e mais energética. É uma das minhas favoritas – adoro o seu optimismo. A sensação de estar a viver uma aventura, dormir debaixo das estrelas e por aí vai, são tudo coisas que adoro – eu estava a acabar de ler Bound Flor Glory de Woody Guthrie. Penso que a música possui parte da gentileza e aceitação de Watch How You Go e In Your Own Time. Já é sem dúvida um dos pontos altos dos concertos ao vivo.

- Tim

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domingo, 6 de maio de 2012

Música a música | Sovereigh Light Café #5

Quem já não conhece a música Sovereigh Light Café? Desde 2009 que temos conhecimento dela e já vimos muitas transformações até à versão final do disco Strangeland.Uma bela história de amizade, de juventude que o Tim partilha connosco!




5 - Sovereigh Light Café

Esta foi a primeira música que escrevi para o álbum, e durante muito tempo foi a única canção que parecia ser uma candidata digna de entrar no próximo álbum dos Keane. Eu tinha um esboço da melodia numa cassete e estava a ouvi-la num vôo para o México em 2009. Eu não estava a conseguir nenhuma letra, mas quando me sentei num autocarro do Aeroporto de São Paulo para o nosso hotel, de repente lembrei-me do nome de um velho café do passeio marítimo de Bexhill. Eu sempre quis escrever uma música com esse título – quando eu tinha 16 anos lembro-me de umas férias com o Richard e tínhamos uma música que era “Sovereigh Light Café, down by the sea, go there with me” ou algo assim… Era uma música péssima! De qualquer modo, após muitos anos essa frase apareceu-me na cabeça e desbloqueou a ideia de olhar para trás, para o princípio, e reflectir sobre o que me aconteceu, e aos outros, nos últimos 15 anos.

Lembro-me de fazer uma demo da música no autocarro da tour, e como queria cantar sem chatear ninguém sentei-me na parte de trás do autocarro com um cobertor em cima da cabeça a abafar o som. Que glamour!

- Tim

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Música a música | Watch How You Go #4

As explicações do principal compositor da banda continuam, e a quarta música do alinhamento de Strangeland Watch How You Go - é a que se segue.

Com uma breve explicação,  Tim conta a história da música.



4 – Watch How You Go 

Para mim está canção de alguma maneira supõe um descobrimento, pois é uma música sobre o fim de uma relação, que não contem raiva ou mesmo arrependimento, fala sobre a aceitação e tentar lidar com a perda com um pouco de graciosidade e compreensão. Penso que não teria conseguido lidar com isso antes. Adoro o facto de a termos deixado muito simples e pouco densa e de termos sido capazes de resistir ao impulso de queremos complica-la na hora de gravar.

- Tim

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Música a música | Disconnected #3

Disconnected é a próxima do alinhamento de Strangeland, a ser comentada pro Tim Rice-Oxley.

A música possui um video oficial, idealizado pelos talentosos realizadores espanhóis JA Bayona e Sergio G. Sanchez .

Qual será a história de Disconnected?


3 – Disconnected

Escrevi-a quando estava a conduzir ao longo da costa oeste americana. Eu suspeito que possa ter surgido de alguma discussão com a minha mulher, ou algo parecido, mas não me lembro! Apesar de tudo, o que quer que tenha sido, passou rápido, por isso a música têm um sentimento alegre que não pesa demasiado com o conteúdo da letra! Esse sentido parece-me muito “Beatles” – uma letra triste e uma melodia muito alegre. Eu gosto da imagem de uma relação como uma casa destruída, especialmente no verso que faz referência sorbre tapar as janelas.

Penso que só acabei a música porque tropecei num esboço da canção no estúdio e decidi ouvir rapidamente – nesse momento o Jesse entra e diz “O que é isso? Eu adoro!”

- Tim

Lê o texto original aqui.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Vídeo | Disconnected

E cá está ele completinho!! O mais novo vídeo dos KEANE, Disconnected que foi realizado em Barcelona pelos criativos diretores A. Bayona e Sergio G. Sanchez. Para mais informações sobre o vídeo clique aqui.

Assistam agora mas cuidado com os pesadelos! eheh ;)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Teaser | Disconnected

Um pequeno trecho do novo vídeo Disconnected foi revelado. O vídeo completo estará disponível no dia 16 de Abril, fiquem atentos a nossa página!

Agora espreitem lá mas cuidado com os pesadelos! "BE AFRAID"